Na vitória ou na derrota: Palmeiras!

  • 6 de novembro de 2017
  • Rafael Sugiyama
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Para nós, palmeirenses, sempre há esperança. No fundo, bem lá no fundo, continuo a acreditar no melhor, no título, mesmo após a dolorida derrota para o Corinthians no clássico do domingo, 5/11.

Não, não sou maluco. Mas futebol pode levar à loucura.

Acostumei a ver o Palmeiras “palmeirar”. Você também. Várias bolas ganhas e boladas perdidas me ensinaram que, para o Palmeiras, tudo é possível, para o bem ou para o mal. Seja um título praticamente ganho, com 7 pontos de vantagem, como no BR09, ou um jogo praticamente perdido, onde precisávamos fazer 3 gols, e conseguimos, como na Copa do Brasil-99, contra o Flamengo.

Depois de uma derrota como a que sofremos para o nosso maior rival, e à esta altura do campeonato, teríamos todos os motivos para jogar tudo para o alto e começar a planejar o ano que vem. Nos grupos de WhatsApp, os comentários tem sido: Valentim tem que ficar, fulano tem que sair, beltrano tem que chegar. Pode até ser.

Mas precisamos pensar nos próximos 6 jogos. O mais importante é o de quarta-feira, contra o Vitória, no Barradão. Precisamos fazer os ajustes necessários para vencermos este jogo.

As laterais certamente precisam de ajustes para já. É visível a necessidade de uma cobertura melhor para Mayke e Egídio. E não. Não crucifico o Egídio. Nos ajudou muito no passado, e apesar dos tantos erros presentes, acredito que ainda tenha potencial. E outra: ele é o que temos no momento. Precisamos apoiar. Afinal, ele é Palmeiras. Somos Palmeiras.

O meio de campo precisa de jogadores mais participativos. Tchê Tchê ainda não reeditou os bons jogos do passado, Moisés ainda está recuperando o preparo físico depois de vários meses parado. Bruno Henrique vinha bem, mas na montanha russa que é o desempenho do Palmeiras neste ano, oscila como todos os outros jogadores.

O ataque, com Borja recuperando a confiança, Dudu em uma ponta e Keno ou Willian na outra (sim, eu penso que o Willian vai melhor pelo lado do que centralizado), não deve em nada para os outros times do campeonato.

Precisamos apoiar este time. Ainda dá. Até o apito final. Até não dar mais.

Afinal, “não me canso de cantar, meu Palmeiras incentivar”, pois “sou torcida que canta e vibra”.

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