Dudu comemorando o segundo gol do Palmeiras, contra o Penarol, na Libertadores 2017. Fonte: UOL Esporte

 

Após um começo exuberante na atual temporada, o Palmeiras demonstra o principal defeito em jogos decisivos de 2017: a passividade.

Dá a impressão de que pode ganhar a qualquer momento, mas se esquecem, jogadores, comissão e diretoria, que nem sempre poderio financeiro ganha um campeonato. Jogos contra o nosso maior rival, na reta final do Nacional, são exemplos claríssimos da irritação de grande da torcida com o time.

O derby, do ultimo dia 24, foi extremamente irritante. Toque de bola de um lado para outro, sem qualquer objetividade, enquanto o Corinthians entrou para uma verdadeira decisão – que poderia acarretar num divisor de águas para o atual técnico Fábio Carille.

Ninguém discorda que temos um dos elencos mais fortes do país. É uma verdade. Mas, meu amigo, na Libertadores e em jogos de mata-mata , não quer dizer absolutamente nada. Não entre com gana para ver o que acontece! Ah, esse filme nós já presenciamos. Na mesma temporada de 17, com o último treinador vencedor pelo clube (Cuca), passamos um vexame dentro de casa contra o mediano Barcelona -EQUADOR. O motivo? Falta de GANA. Tudo se resume a isso.

Ao contrario do time de 1999, esquadrão comandado pelo Scolari, o time do mesmo gaúcho Roger Machado não demonstra a vontade que um time campeão deve ter. Jogadores cascudos, experientes, campeões como Dudu, é um exemplo de como o Palmeiras se torna passível em jogos grandes. Ninguém duvida da qualidade técnica e do status de ídolo que possui, mas não vem rendendo como em 2016 e algumas partidas em 2017.

Ainda não é motivo de desespero. Mas é inaceitável o time com um jogador a mais desde os 8 minutos do primeiro tempo, contra o fraquíssimo Junior Barranquilla, ficar tocando a bola de lado, dormindo em certos momentos do jogo, como naquele pênalti ridículo que o Marcos Rocha cometeu – numa falha de Antônio Carlos, é verdade – e não entender o que na Libertadores é mais do que essencial: SANGUE!

Chegou a hora de resgatar o SANGUE NA VEIA –  se recordam do Paulo Nobre? – que tivemos em competições passadas, como na Copa do Brasil de 2012-15 e na Libertadores de 2013 quando, mesmo com um elenco fraquíssimo, almeja as vitórias, respirava gana e possuía uma simbiose incomum com a torcida.

Portanto, meus caros, definitivamente… A Libertadores começou, Palestrinos!

 

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