Tranquilo, Luiz Felipe Scolari é apresentado na Academia de Futebol

Felipão recebeu a ligação do Palmeiras de madrugada e não dormiu mais. Assustado. É como ele disse que ficou com a possibilidade de voltar a trabalhar no Brasil. Mas também “muito feliz por retornar à minha casa”.

Muitas coisas mudaram desde a última passagem do técnico no Palmeiras, as maiores são as contas em dia, a estrutura e o time que o clube tem hoje. Tem os “camarões” tão pedidos pelo técnico em 2012, tem uma estrutura que ele diz ter vivido isso só em Londres, no Chelsea. Tem uma equipe forte que dá a condição de brigar por títulos e de lutar pelo topo da tabela.

Ao ser lembrado sobre aqueles momentos vividos em 2012, Scolari afirmou que ainda bate palmas para os jogadores daquele ano, “conseguiram um título da Copa do Brasil com mil e uma dificuldades”. Questionado sobre o 7×1 na Copa do Mundo em 2014, Felipão relembra que ele não foi o último técnico derrotado pelo Brasil, mas que foi o último campeão pelo Brasil.

“Palmeiras precisa de um técnico e é por isso que eu fui contratado”, respondeu Felipão ao ser questionado sobre em que setor o Palmeiras precisa mais dele: dentro ou fora de campo. Além de deixar claro que não vai priorizar nenhum campeonato, ele avisa que o Palmeiras vai brigar por todos os títulos que está disputando. “Espero terminar meu contrato em 2020 com títulos”, deseja o Felipão.

“Ninguém nasceu jogador de futebol palmeirense, mas tem contrato, tem que gostar dessa camisa”, é o recado que o tão conhecido, da torcida e do clube, Felipão deixa para os jogadores.

Tranquilo, sereno e sincero, Felipão chega ao Palmeiras sem prometer grandes coisas, mas com o mesmo desejo do torcedor, o desejo de vencer.

Scolari viaja hoje para Belo Horizonte e comanda o time no domingo contra o América-MG.

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