A nova postura de contratações do Palmeiras!

  • 14 de agosto de 2018
  • Eduardo Lodi
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Hoje, pós confirmação do empréstimo de Thiago Martins para o Japão, podemos notar algumas mudanças significativas do Clube com relação a contratações e mercado de transferências.

O ano de 2015 ficou marcado como sendo aquele que alavancou o clube para outro patamar, e também como um ano de grandes contratações, alguns jogadores que se tornaram ídolos, porém, muitas que não deram certo. Nesse embalo, pode-se citar alguns nomes que vingaram muito bem; Dudu, Vitor Hugo, Rafael Marques, Thiago Santos, e Zé Roberto.

Por outro lado, muitos dos jogadores contratados não renderam como o esperado. No total, foram 25 contratações. Quase um elenco inteiro de compra de jogadores, era muito, mas foi necessário. O Projeto encabeçado por Alexandre Mattos tinha esse objetivo, o de contratar um time inteiro, formar um time com uma espinha dorsal forte. Mas em 2015 pouco pudemos aproveitar do elenco do ano anterior, e por isso, foi fundamental ser agressivo no mercado de transferências.

O resultado de 2015 foi bom, com a revelação de Gabriel Jesus, Matheus Sales e João Pedro, que ajudaram a conquistar o título da Copa do Brasil daquele ano.

E foi por esse começo avassalador de 2015, no sentido de comprar jogadores, que em 2016 entramos mais fortes ainda, pois já existia uma base e uma espinha dorsal forte. Em 2016 vieram alguns nomes como: Edu Dracena, Moisés, Tchê Tchê, Mina, Jean e Guedes. Jogadores que agregaram muito ao elenco. Porém, teve aqueles que vieram e não renderam o esperado: Erick, Fabiano, Roger Carvalho, Rodrigo, entre outros.

O time ficou forte, e o número de contratações seguiu alto em 2016. Mas veio o Brasileirão e deixou o clube mais forte, e agora, com um elenco muito melhor.

Em 2017, o elenco só precisou ser lapidado. Vieram grandes nomes pontuais, e promessas que já seriam projetadas no futuro. Destaques para Keno, Borja, Guerra, Willian, Make e Hyoran. O número foi bem menor, mas ainda teve jogadores que não se adequaram ao clube, como Juninho zagueiro.

Em 2017 foram vendidos Mina e Vitor Hugo. Além de Gabriel Jesus que saiu depois do brasileiro. Fora as contratações que chegaram no meio do ano, Deyverson e Bruno Henrique. O Gasto foi muito grande, cerca de R$ 126 milhões . 

Em 2018 a postura mudou totalmente. O Palmeiras vendeu muitos jogadores,e contratou cirurgicamente, apostando menos e confiando mais no elenco que já tinha. Como destaque dessa nova postura vieram jogadores consagrados no futebol nacional, Lucas Lima e Scarpa, Marcos Rocha, Weverton e Diogo Barbosa.  Todos de destaque e  com status de titular.

Ainda, houveram muitas vendas: Guedes, Tchê Tchê, Fernando, Keno. Ou seja, além do gasto menor, e com atletas de alto nível, houve uma entrada de dinheiro pelas vendas efetuadas.

A nova postura é louvável, já existem dois nomes para 2019, Arthur e Zé Rafael. O investimento na base é muito forte, e dentro do elenco encontram-se muitos jogadores novos que podem render por mais anos. A contratação de Gustavo Gomez e Nico Freyre por empréstimo mostra que o clube não precisa mais arriscar. 

Evoluímos e agora precisamos de vez, de um trabalho técnico contínuo, para que mais jogadores da base possam ser aproveitados e que as contratações sejam mais precisas ainda. 

Precisamos de taça para efetivar esse novo modelo. Que seja em 2018! e Que seja a Libertadores!

 

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