Mais uma noite no Porcoembu

Na última vez em que o Bahia foi visitar o Palmeiras no PORCOEMBU, você lembra o que aconteceu? Empate em 2×2, com falhas individuais e um clube vivendo um turbilhão de coisas, onde consequentemente caiu o treinador – o Cuca fechava mais um ciclo no palestra. E na última vez em que o Bahia venceu o Palmeiras, você lembra? Pois é, se não é a matéria de Bruno Queiroz, do Correio, eu também não ia saber. E olha só que triste coincidência: Felipão era nosso treinador.

No primeiro encontro, ficamos no 0x0. O comandante Big Phill devia ta no avião voltando pra casa. Hoje, ele estará na beira do gramado. Azar do adversário, sorte nossa. Ter um treinador multicampeão em um jogo tão importante faz a diferença e espero que principalmente os jogadores entendam esse privilégio.

Não há dia melhor para quebrar tabus e matar saudades do quê o dia de hoje, a partir das 19h15, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, contra o Bahia pelas quartas da Copa do Brasil. Em um palco de muitos troféus alviverdes e um estádio que nos sentimos bem à vontade. Ver o Palmeiras – cada vez mais com a cara do Felipão – e em uma competição mata a mata, jogando em um estádio raíz, com seus torcedores grudados nos alambrados e 90min de cantoria pra incentivar o time. A noite tá pronta pra receber uma grande festa.

Só precisamos que os protagonistas da festa façam a sua parte e joguem como um jogo de mata a mata. Sem espaço pra vacilo, sem deixar o adversário respirar e o tempo todo mostrando como a Sociedade Esportiva Palmeiras construiu a sua história e sua fama de ser um time muito forte nesse tipo de competição. Não é dos jogos mais difíceis que vamos ter na temporada, mas se torna um jogo especial por tudo que estará à volta. Seja o estádio, seja o treinador, seja a torcida… não importa. Importa é que sejamos Palmeiras.

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